VII MOTIRÕ EM MOVIMENTO

Bem Vindos

Antes de falar sobre o dia 22, confira abaixo a edição do dia 8/5.

Pois bem, dia 22 foi mais um dia “milionário” de cultura no Motirõ em Movimento e agora rompendo as fronteiras brasileiras. O Tupinikim já abriu seu portão renovado, com a inauguração da Exposição de Galvani Galo. Mestre em surrealismo, geralmente tira essa expressão da boca dos visitantes: “Surreal!”. Exposição ficará na casa até dia 16/6.

Sendo assim, iniciamos os trabalhos artísticos com o Teatro Real, chocando e provocando o público a refletir sobre a existência da liberdade. e foi assim, teatro nú e crú.

O Bazart contou com Lendazaru, Burning, Mofo da Nega, Marinega Brachó, Beholder e os Muffs pra galera se preparar pro inverno que vem por aí, sempre prezando pela diversidade, o espaço do BAZART é aberto a qualquer expositor que queira vender/expor produtos alternativos. A banca de empréstimo de livros e vinis está com excelente ritmo de empréstimos e recebimento de doações.

Das intervenções, tivemos a campanha do agasalho registrando mais roupas boas em ação e a ação intercoletivos de sensibilização sobre a Rio+20, Cúpula dos Povos e a pressão popular para o Veto de Dilma Rousseff às mudanças no código florestal. O grupo levou materias para customização de roupas, somado aos folhetos explicativos do tema.

O Live Paint contou com Giw e na ausência de Zhein, que não conseguiu ir por motivos de força maior, Ago Sina substituiu.

Na música iniciamos os trabalhos com Abstrato Estilo de Vida e Dj Big Edy, rimando com essência, apresentou seu trabalho a muitos que ali não conheciam, cativou.

Cabrero deu sequencia com Dj Spaiq e seu convidado Dipper Beats no Beat Box e Arnaldo Tifu, fechando sua parceria com o Coletivo N.A.S.A., aonde o combinado de suas produções e seu solo se apresentariam em duas edições, feito com sucesso, aguardaremos mais indicações para o projeto.

Fechando, Marco Nalesso e A Fundação, lançaram seu novo CD em grande estilo, com uma apresentação recheada de grooveria e brasilidade, eles tocaram pela primeira vez em Santo André o projeto Três Vezes Grande, trabalho esse que não subtraiu a improvisação do último disco, mas com certeza mostrou a evolução de uma bagunça organizada.

Então, para nossa alegria de sermos surpreendidos novamente, rompemos, sem esforço, afinal vieram até nós, as fronteiras brasileiras…Chegaram por volta das 21h, alguns músicos da Costa Rica, Uruguay e Argentina, tocando juntos há 4 dias, não souberam informar um nome para seu projeto, mas foram firmes no quesito vertente musical: afro-latino-americano. Carinhosamente intitulado por nós de “Amigos da América”, aceitaram a entrada no palco após a última atração e o público acabou não arredando o pé e lotou a pista curtindo muito a energia dos tambores e dos músicos que apresentaram 1 hora de um show simplesmente enérgico.

Esse é o Motirõ em Movimento…Com dinamismo, respeito e valorização à cultura em suas diversas linguagens, traz a tona o anseio da sociedade civil em melhorias locais para soluções globais. Até o próximo Motirõ em Movimento.

Por Sergio Narciso.

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