Arquivo mensal: março 2012

III-MOTIRÕ EM MOVIMENTO (MÊS DAS MULHERES)

Bem Vindas(os)!

Aconteceu! O fechamento do mês das mulheres foi forte como as próprias. Elas que  através  de seus charmosos trejeitos e sensibilidades, tem notoriamente sido a mudança que querem ver no Mundo.

E aí veio o Recital, com elas!

Articulado por Janaina Castro, trouxe a poetiza Neide Matsumoto  e a Associação Cultural Nova Acrópole (uma organização internacional de caráter filosófico, cultural e social). Acrópole, na Grécia Antiga, significava a parte mais elevada da cidade, onde se estabelecia o contato entre o visível e o invisivel. Trata-se um um lugar simbólico para nossa imaginação, que sugere ascender para o mais elevado de nós mesmos.Ficou evidente a abrangência de uma Filosofia a Maneira Clássica, ou seja, na prática. Janaina Castro declamou forte e doce ao mesmo tempo:

“Se temos de esperar,
que seja para colher a semente boa
que lançamos hoje no solo da vida.
Se for para semear,
então que seja para produzir
milhões de sorrisos,
de solidariedade e amizade.”
Cora Coralina

Na foto, o momento da participação de Genni Alves

E aí vieram as Tintas, com elas!

O Live Paint contou com uma ausência por motivo de força maior (Dninja), mas recompensado por duas telas pintadas por Barbara Goy que detém bom tempo de caminhada artística. Pala trouxe o choque colorido de seu spray e Katia Spagnol, artista plástica minimalista, tem um trabalho tão detalhista que será necessário finalizar posteriormente!

Passando pelo Bazart e pelo acesso à informação:

Essa ação contou com o lançamento da liquidação Glass, lançamento dos Bonés da V4MO, Mofo da Nega e Marinega sempre elegantes, sempre presentes, trazendo alternativas de vestuários no formato brechó. Jubileu Delírios Naturais, Lucentoys ilustraram a parte de acessórios e decoração e o mais novo participante Miolo Mole com o conceito traduzido em camisetas “Viciado”.

A Banca de empréstimo de Livros e Vinis funcionou normalmente. O CineDOC teve o looping dos animados e inenarráveis teasers da V4MO.

E aí vieram os musicais, com elas!

A noite se iniciou com o protesto forte contra toda a opressão em uma Odisséia das Flores, de Franco da Rocha e Brás para o Mundo, as meninas mostraram a que vieram e deixaram o público presente reflexivo em suas idéias de valorização à postura feminina e respeito ao sexo oposto em qualquer âmbito.

Na sequência sem mais delongas Tabata Alves ataca, taca, ataca, Tabata… Acompanhada de Zinho DK, mostraram sua lealdade e sintonia nas rimas, no palco, nos graves saindo das caixas para a galera presente. A MC vem num ritmo forte de shows trazendo naturalmente à platéia seguidores pedindo música e cantando junto.

A finaleira ficou por conta do Grande Grupo de Pesquisa Mahins. 5 Meninas que saíram de suas zonas de conforto e através da arte, da música e das interações em grupo, traduzem na rima na africanidade, temas abrangentes do cenário atual, abrilhantadas por Zion sem parada, fecharam com a inesperada participação de Ba Kimbuta com tambores e agogo, deixando o microfone aberto, contaram com improvisações acaloradas pelo toque africano e uma forte poesia de Glaucia Adriani declamando: “Todos os dias, no Brasil, 10 mulheres são assassinadas por dia… Todos os dias.”

Sharylaine iluminou o evento com a surpresa de sua presença. Todos nos sentimos honrados com a presença!

E assim, finalizou o mês das mulheres feito por elas.

Nota de Esclarecimento: Ser independente não é fácil, exige resistência, transparência e força, muita força de vontade em fazer acontecer. Ocorreram alguns problemas técnicos nos shows, por conta da pequena estrutura que dispomos (Notebook+Cabo Stereo PS2 to RCA) não ter aguentado a força dos beats dos projetos que se apresentaram. O N.A.S.A. se desculpa, reconhece e segue na busca pela excelência.

Cobertura fotográfica por Tatiane Mithy

Link para o álbum de fotos: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.206803179428247.41289.100002956992703&type=1

ATÉ O ABRIL DO SKATE com mais MOTIRÕ EM MOVIMENTO!

Por Sergio Narciso – Skatista, Técnico Administrativo em Telecomunicações e Produtor

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IV-QUARTA EM MOVIE

Bem vindos!

No dia 21/03/2012 aconteceu mais uma exibição do projeto quinzenal Quarta em Movie. Uma parceria do Coletivo Nasa e do Gambalaia que traz quarta sim, quarta não um filme, documentário, curta, média ou longa feito de forma independente, valorizando a produção regional e o cenário cinematográfico atual que não dispõe de muitos ou algum ponto de exibição de filmes com esse cunho.

O filme apresentado, intitulado Adrasteia traz relatos de pessoas que são adeptas de práticas de automutilação, submissão e/ou modificação corporal, na visão dos próprios praticantes que não consideram suas práticas como transtornos (diagnosticados assim, por especialistas que também participam do filme) e sim como estilo de vida.

Sinopse do filme:

“Filha de Júpiter, Adrasteia era a Deusa da mitologia Greco-romana responsável pela distribuição de punições e recomprensas. Suspensão corporal, cutting, sadomasoquismo e tricotilomania são algumas das punições que os protagonistas deste documentário realizam para alcançar suas recompensas de prazer, liberdade, alívio e bem estar. Adrasteia conta a história da vida dessas pessoas e explica porque corpo e alma sempre caminham juntos.”

Após, o diálogo contou com as produtoras do filme, esplanando ainda mais sobre as participações do filme incluso as curiosidades nos bastidores das gravações dos mais variados ambientes frequentados. Veridiana Jordão, diretora, salientou sobre sua própria mudança de percepção e quebra de paradigmas sobre os assuntos recorrentes no filme.

Conclui-se que a sociedade deveria cada vez mais se livrar de preconceitos e/ou de paradigmas conservadores demais, pois todo tipo de  estilo de vida tem dois ou mais lados. Foi evidente que os praticantes de cada prática, estuda o que faz e o faz com responsabilidade e segurança, na medida do possível, pois a adrenalina e o prazer do momento também são temperados pela sensação do incomum.

Mais uma vez agradecemos ao Gambalaia, Espaço de Artes & Convivências pela crença no projeto e pelo espaço e serviços gentilmente cedidos.

Até o próximo Quarta em Movie dia 04/04/2012.

Texto por Sergio Narciso, Skatista, Técnico Administrativo em Telecomunicações e Produtor

Apresentação por Marcelo Silva, Celo, Graffiteiro

Fotos por Sol Macineli, Produtora

II-MOTIRÕ EM MOVIMENTO (MÊS DAS MULHERES)

Bem vindos!

A invasão feminina começou! Trouxemos na primeira edição do evento nesse mês de Março,uma programação exclusivamente feita por e para as mulheres, do Live Paint à Música, do Diálogo ao Cinedoc, contando ainda com a maioria das bancas de expositores com produção feita por e para elas com Mofo da Nega e Marinega Brechó, Patoy e Delírios Naturais. O Bazart também contou com a V4MO que contribuiu tabém no CineDOC com seus teasers animados, DAZRUA, Lucentoys e a banca do projeto musical Engrenagem Urbana.

Iniciando pelo Live Paint, tivemos as presenças de Fab Aliceda, Pamela Gasques, Pati Plié e Rita HKS, notável diferenças técnicas de uma para outra, desde colagens, stencils, instalações até o Grapixo em si, foram retratados de forma bem feminina, umas num tom mais agressivo de protesto, outras na doçura de tons exclusivamente femininos como roxo e rosa. Dessa vez, Danilo Tolipa confeccionou telas maiores com o patrocínio do Tupinikim.

Recebemos alguns mantimentos para o MTST – NOVO PINHEIRINHO, ainda que de forma tímida em relação ao tamanho do público presente, todo material terá grande utilidade à “instalação” do movimento habitacional. Quem ainda puder contribuir, o movimento continua:

Basta levar a doação na Subsede do Sindicato dos Correios que fica localizada no Centro de Santo André na Rua Presidente Carlos Sampaio, 96 (próximo a Estação de trem e ônibus) – telefone: 2325 559.

O diálofgo foi esclarecido por Cassia Carlos e contou com integrantes da PROLEG (Promotoras Legais Populares), e mulheres em geral, confira o depoimento:

“Adorei, participar… É sempre bom oxigenar as idéias. Comecei o dialogo com a projeção de vídeos, como provocadores; os participantes ficam incomodados com as situações e foram se colocando a respeito da situação da mulher na sociedade:
– a independência social;
– a imagem da mulher objeto sexual;
– e a importância de contarmos as histórias das mulheres que se destacaram.
Como, a proposta inicial era de sair com uma ação de intervenção urbana, por sugestão de grupo vamos elaborar um lambe-lambe.
Mariana Clara ficou de enviar uma imagem da Maria Bonita e o Ney Braga sugeriu fazer uma receita da cola e anexar junto ao cartaz, para que todas possam realizar a intervenção onde queiram.”

Cassia Carlos

Os malabares da vez, ficaram por conta de Chris Zanela que animou o público externo do evento.

A cobertura fotográfica por conta de Dani Bargas que atua em movimentos sociais e também participou do diálogo.

A Musica nessa edição trouxe um contraste bem forte entre as novas escolas e a “primeira” escola, iniciamos com as pedradas de Denise Rei, acompanhada do Dj Cris do Studio Kasa, mais nova MC do cenário prestes a lançar seu primeiro CD, que também atuou como Mestra de Cerimônias, passando pelo equipado Projeto Musical Engrenagem Urbana, que contou com a suave voz da cantora Maria Elvira. Fechando a noite com máximo respeito que me referi à primeira escola, Sharylaine além de rimar, trouxe suas histórias na trajetória de 20 anos na gravação de seu primeiro CD que sairá em breve. Acompanhada de Dj Lu, mostrou que não parou em 1986 quando começou e seus beats foram apresentados com muita inovação.

E que venha a próxima edição com mais talentos femininos, deixando o registro pro Mundo que independente de raça, sexo, cor, religião ou classe social, todos temos o sangue vermelho e a capacidade em sair da zona de conforto e produzir algo que traga benefício mútuo e não singular.

Por Sergio Narciso: Skatista, Técnico Administrativo em Telecomunicações e Produtor.

III-QUARTA EM MOVIE (PIXO) em 29/2 E 07/3

Olá!

Foi realizado pelo Coletivo N.A.S.A. em parceria com Gambalaia Espaço de Artes e Convivência duas exibições do filme PIXO, que vem a discutir o salto participante da Pixação e se a prática é arte ou crime. Exibido em 29/2 e 07/03/2012.

A partir do documentário, temos a oportunidade de começar a enxergar a pixação de maneira diferente, com um olhar mais cauteloso, sem julgamentos. O espaço vertical é pano de fundo de toda essa prática que vai transformando o ambiente urbano e fazendo um diálogo entre cidade e cidadão.
O filme acompanha algumas ações dos pixadores e conflitos com a polícia e Estado, que enquanto definem o pixo, como vandalismo, o mesmo vai sendo categorizado como uma forma contundente de protesto em tempos de opressão.

Por trás da pixação está a miséria, corrupção, violência, preconceito, exclusão, pessoas à margem e a mesma ação vem representar e dar voz aos esquecidos. Voz essa que é amplificada pelos muros e prédios da cidade desigual. Ela vem para agredir, contrariar, contestar, incomodar, estampar toda injustiça, impedindo toda a forma de “brancura” dos muros, que finge uma beleza, que quer esconder o horror e fazer desaparecer os jovens da Cracolândia, que apaga tudo que grita, que anuncia, palavra por palavra, letra por letra, por mais codificado que seja, mas é uma afronta, uma subversão, um reflexo da própria sociedade
A exibição foi seguida de um debate esclarecedor que complementou o que foi visto. Concluo com uma frase famosa que talvez possa resumir a ação de pixar e nos fazer refletir um pouco.

Tivemos a participação de vários nomes que puderam falar com propriedade no assunto que se extendeu após as duas exibições do filme, entre eles estão CRIPTA-djan que participou ativamente da produção do filme e o EXORCITY-krt, que enriqueceu o debate, embasado em textos de sua própria autoria como cientista social que é do seu próprio movimento. Também contamos com BATS-primata(sbc),FUNGUS-Dé(Mauá),VDA(santo andré)-CENA7-michel(sbc),MRGS(SP-zona leste),LOK’S(SP-zona leste), LEVI(scs) e o ETROM-cal.

“Pixar é crime em um país que roubar é arte”.

Por Jéssica Santos

I-MOTIRÕ EM MOVIMENTO (ANTIGO TERÇA EM MOVIMENTO)

Tupinikim

Bem Vindos!

Delírios Naturais + Vagner Preto

A primeira edição do Motirõ em Movimento, começou em noite muito agradável de verão.

O debate sobre Desigualdade Social e Solidariedade começou as 20:25hs com Elaine Castro interrogando os participantes sobre o entendimento das desigualdades e como agir da melhor forma na solidariedade:

Desigualdade Social e a Solidariedade:
“O debate contou com a participação de nove pessoas* onde as principais conclusões foram que a desigualdade social é algo que permeia no mundo há milhões de anos e persiste de forma mais evidente nos dias de hoje nos países capitalistas como o Brasil. Ficou evidente para os participantes tratar-se de uma questão 100% política.
As formas apresentadas que melhor foram exemplificadas para a diminuição da desigualdade, e aumento da solidariedade é a conversa mútua e atitude diária de cada um e a união de todos em prol de temas que julguem procedentes à reivindicação. Projetos Coletivos.
*Nove pessoas? Deixo aqui a minha reivindicação: “A união faz a força”!”

Elaine Castro – Proprietária da Glass, conceituada na união entre Artes Visuais e Moda.

A oportunidade é criada pelo evento e a população precisa se preocupar e atuar ativamente nas construções coletiva. Não se faz necessário ser político para se preocupar com a política exercida tanto na cidade, como no Estado ou país, o convite permanece e o evento persistirá na idéia em que todos devem participar mais ativamente de diálogos como esse.

Também recebemos de cara os Lowkos Bike Club. Fomos contemplados com a exposição de um Bel Air 1961 Azul e Branco e algumas bikes total “artesanais” no melhor estilo Chicano, ilustraram a noite com a cultura Low Rider (apesar de o Bel Air não estar apto a pular ainda). Em breve, eles farão uma reunião de amigos simpatizantes dessa vertente, divulgaremos com certeza.

Bel Air 1961

Lowkos Bike Club

O Live Paint contou com Danone e Nom, em telas bem fortes características próprias de seus trabalhos que facilmente são reconhecidos por quem é rua. Danone também trouxe uma ilustração maior ao evento com seus BoomBoxes, algumas raridades sonoras que ficaram junto ao Bazart.

NOM

Carol Malabares mais uma vez incendiou o lado de fora com a psicodelia de seus malabares flamejantes.

Carol Malabares

O empréstimo de livros e vinis contou com devoluções e novos empréstimos.

Banca de Livros e Vinis

O Bazart contou com nomes como Anti Pop, Tinta Fresca, Maria Joana Artesanato, Martinália, Marinega Bazar, O Mofo da Nega e Delírios Naturais. E daqui por diante, mais “iluminados”.

Martinália

O operacional do evento ficou por conta de Thata Oliveros, Marcelo Silva (Celo), Sol Macineli, Ney Braga, Sergio Narciso, Nobru e Smul junto a galera do Tupinikim.

E aí vem a parte mais gostosa dessa noite em si. O Rap, o Break, a Banda…

Afrobreak

Dj Thiago B8 (811 Deejays), iniciou os trabalhos com sua simpatia na discotecagem do evento, destilando seu acervo de peso fez com que os B.Boys e B.Girls se antecipassem, dançando e rodando conforme cada pedra atirada pelo grandioso DJ e pessoa que é. Confessando aqui que ele teve que amenizar o som para iniciar a mixtape que viria na sequencia, virando uma levada mais calma, sossegando os dançarinos. Dia 17 tem lançamento do DVD 10 ANOS PROJETONAVE no SESC Santo André, fique ligado!

Dj B8

Na sequencia Mixtape DAZRUA deu continuidade aos trabalhos com todo seu protesto, Gil, Gust e Bob travaram a atenção do público presente para as idéias, onde a intenção do grupo ficou clara na forma de conscientização, inaugurando inclusive a apresentação da novíssima “Não Vote em quem está no Poder“. Ao fim, máximo respeito à Jubileu Delírios Naturais, que mandou uma de suas letras na saidera, mostrando a essência de quem começou um “Motirõ em Movimento” no ABC em meados dos anos 80. Salve DAZRUA

DAZRUA e Jubileu Delírios Naturais

Finalizando os trabalhos musicais, a banda Laboratório, integrada pelo multi-instrumentista e técnico de som da casa Douglas Henrique, instrumentou com grande peso e estilo o break, que além de receber duas crews, contou com “avulsos” que não se contiveram em ficar parados e, sem problemas, afinal a intenção é a integração e a conexão humanitária:

Laboratório

Dub

Afrobreak: a crew trouxe um cenário bem atual do break, com movimentos novos, integrados à outras danças como o próprio ballet, performando passos fortes, complexos e sincronizados à batida;

Afrobreak

PD Crew (Palmares Dream): se mostrou uma crew de break mais clássica, com um estilo jogado, trouxeram um decorflex que ilustrou mais ainda a pista. Fortemente armados de palmas, mostrou a que vieram rodando e rodando.

PD CREW

Nos dois grupos de danças, ficou evidente a vontade de mais, então fica o recado aos organizadores de eventos em geral para convocar esse movimento corporal que carrega todo o peso da linguagem marginal, bem como nós do Coletivo, nos prontificamos a convidar em nova oportunidade.

Palmares Dream

A cobertura fotográfica foi um caso a parte. Em nenhuma edição anterior, viu-se tanta camera clicando o movimento. Oficialmente, ficou por conta de Thiago Nascimento, Aoran Draganofi, UNAI (União da Arte Independente) e extra-oficial por Charles Costa e alguns outros que não se identificaram. Lembrando que essa cobertura é itinerante e qualquer um pode participar.

Concluindo, o evento tem a intenção de promover a disseminação cultural e interconexões humanitárias, e isso está ocorrendo com força total, promovendo o encontro de gerações dos 18 aos 45 anos, no geral, formadores de opinião que participam ativamente na Cultura Nacional.

Logo, fica o recado a quem o entendimento dessa essência ainda não chegou, deixe pra beber após o debate e participe dele, consuma produtos independentes de nossa região, prestigie a música e os artistas visuais, empreste um livro ou um vinil, converse com algum desconhecido afim da troca de conhecimentos. Não se limite ao que vê, livre-se de preconceitos do que é certo ou errado e sinta um evento em que o foco não é o copo cheio e a mente vazia, participe dessas construções e espere mais de você mesmo. SEJA A MUDANÇA QUE QUER VER NO MUNDO!

Nosso Molotov é de Flores e nossa Baioneta é a Voz!

Por Sergio Narciso – Skatista, Técnico Adm em Telecomunicações e Produtor